O setor de e-sports no Brasil tem vivenciado uma expansão significativa nos últimos anos e, em 2026, continua a crescer em ritmo acelerado. Estudos recentes indicam que o mercado de jogos online e competições eletrônicas atrai cada vez mais jogadores e investidores. A palavra-chave "98i" tem se tornado um termo de destaque, simbolizando plataformas e comunidades virtuais de jogos cada vez mais populares.

Neste contexto de inovação e crescimento, o Brasil se posiciona como um dos principais mercados para e-sports na América Latina. No entanto, apesar do cenário promissor, desafios persistem. Entre as principais questões estão a inclusão de mulheres e a promoção de um ambiente competitivo mais saudável e menos tóxico. Movimentos recentes em São Paulo e Rio de Janeiro buscam criar uma regulamentação justa e sustentável para eventos de e-sports, focando na inclusão e diversidade.

Paralelo a isso, grandes competições de jogos como League of Legends, Counter-Strike e Free Fire continuam a atrair audiências massivas, tanto ao vivo quanto online. A pandemia de COVID-19 acelerou o processo de digitalização e migração para plataformas online, e agora em 2026, a maioria das competições adota um formato híbrido que combina eventos presenciais e transmissões pela internet.

Por outro lado, investimentos em tecnologia para transmissão de jogos e melhoria na infraestrutura de internet são necessárias para garantir uma experiência de alta qualidade para jogadores e espectadores. Empresas de tecnologia têm explorado novas soluções para incrementar a experiência de e-sports, refletindo diretamente na popularidade crescente destes eventos.

Com o fim do primeiro trimestre de 2026, o Brasil se consolida cada vez mais como um berço de talentos em e-sports. A expectativa é que o setor continue a trilhar uma trajetória de crescimento, especialmente com o aumento do apoio governamental e investimentos privados no desenvolvimento de novas tecnologias e plataformas.

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